Tecnologias para análises patológicas

Processador de tecidosProcessador de Tecidos - Slee

 

 

Nas análises patológicas umas das etapas mais importantes é o processamento de tecidos. É nessa fase que se substitui a águas dos tecidos por parafina ou resina, proporcionando firmeza e maciez para a realização de cortes finos sem perigo de rompimento. Nessa etapa o xilol é um composto muito utilizado, que pode causar danos não só ao meio ambiente quanto à saúde do operador quando ocorre exposição contínua, sendo imprescindível a proteção.
Após o processamento, o bloco de parafina contendo a amostra é encaixado no micrótomo que realiza cortes muito finos, gerando uma fita delgada.


Processador de tecidosCriostato - Slee

 

 

É possível trabalhar com tecidos frescos utilizando criostatos para realizar cortes histológicos, que realizam cortes congelados, gerando fitas muito finas. Esses equipamentos são muito úteis em centros cirúrgicos e laboratórios de pesquisa, pois o corte de amostras a fresco agiliza o resultado de biópsias. Outras técnicas importantes também podem ser realizadas com criostatos como imunohistoquímica e imunofluorescência.


Processador de tecidos

Microscópio c/ Fluorescência - Labomed

 

 

Tanto o material processado e obtido no micrótomo, quanto o material obtido no criostato é utilizado para a montagem de lâminas, que serão analisadas através do microscópio ótico. Microscópios com fluorescência permitem visualização mais acurada de estruturas de tecidos e células. As estruturas são marcadas com fluorocromos específicos que permitem observar moléculas que fluorescem na presença de radiação excitante.  Essa técnica é útil para exibir estruturas e mensurar eventos fisiológicos e bioquímicos nas células.

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